Você não tem qualidade de vida. Sabe por que? – Parte 1


Para explicar o desafio do #conscienciasaudavel2016, vamos aos porquês primeiro. Afinal, ele não surgiu do nada e nem deve ser feito sem propósito, se não a tendência é abandonar em pouco tempo. Já venho falando em qualidade de vida e o quanto saúde é um termo amplo há tempos, vocês sabem. Além disso, nesta época do ano é quando mais se costuma chutar o balde, tanto em alimentação quanto em resoluções pessoais quanto em exercícios físicos. O famoso “deixa para o ano que vem”.

Mas, não podemos deixar nossa vida para depois, não é? Provavelmente a essa altura, você que se prometeu ter um ano mais saudável e não cumpriu, já deve ter se colocado vários motivos procrastinadores para justificar. Por isso, criei o desafio. É uma maneira de limpar o paladar com alimentação rica em nutrientes e pobre de açúcares, dar estímulos ao nosso corpo com os exercícios, virar o jogo da mente a nosso favor com a meditação, estimular o autoconhecimento e a autoestima. Tudo isso para agora, urgente!

Assim, em 2017 não tem erro, já começamos com o primeiro passo dado. <3

Mas, afinal, o que é ter a qualidade de vida, Gabi? Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), envolve contexto cultural e social. Os indicadores usados são:

  • Físico: sono, alimentação, exercícios
  • Psíquicos/mente: sentimentos, autoestima, aprendizados, autoimagem
  • Cotidiano: mobilidade, trabalho, medicamentos utilizados, atividades pessoais
  • Relações sociais: pessoais, afetivas, sexual, sociabilidade
  • Ambiente: segurança, lar, finanças, sistemas de saúde, lazer, poluição, transporte, acesso a informações
  • Espiritualidade: fé e crenças

Ou seja, não basta seguir aquela máxima de cuidar de um só setor e largar o resto. Se, por exemplo, você é o perfil “Eu como bem, faço exercícios e meus exames estão em dia”, mas têm relações familiares desequilibradas, briga com alguém sempre, se sente culpado (a), chora, se estressa. Ou segue a dieta a risca, mas não tem um trabalho que te satisfaça. Ou faz terapia, meditação e tem uma fé inabalável, mas só consome comidas ruins para seu corpo. Claro, fazer um deles muito bem já ajuda muito, não larga tudo, hein?!

O primeiro passo é o autoconhecimento, fazer um levantamento honesto sobre sua vida. Sugestões de autoquestionamentos: quais crenças limitantes você mais ouviu na infância? O que está acontecendo com sua vida agora? Como você reage em relação a isso? O que você pode fazer apesar dos obstáculos? Quando você começará a mudar (dar o primeiro passo)?. Tem mais mil perguntas, tá? São exemplos!

O segundo passo é amor. Isso mesmo, amar a si mesmo. Se olhe no espelho todos os dias e diga: eu te amo. Por que? Quem se ama, se cuida, não é? Quando não estamos realmente nos amando, e pode ser difícil para você assumir isto, vivemos no caos, fazemos dívidas, comemos o que nos faz mal, nos criticamos sempre, atraímos parceiros e amigos negativos e que não nos eleva, temos medos, dores, procrastinamos. Neste ponto aqui, recomendo anotar as atitudes de desamor que você vem tendo. Respira, pensa, relaxa. Precisamos digerir tudo isso, tire um cochilo, ajuda a descansar.

As mil desculpas que podem surgir: estou muito velho ou muito novo ou muito fraco, não tenho tempo, não é hora agora, depois faço, não há nada de errado comigo, não preciso disso, posso falhar, o que os outros vão pensar?, não sei bastante, não sou perfeito e por ai vai. Ignore, tudo isso é você se sabotando.

Pronto, agora vou sugerir uns filmes para você ver essa história de superação e sabotagem! Todos têm no Netflix. O próximo post tem os detalhes do desafio em si.

  • O discurso do rei
  • Bonequinha de luxo
  • Chef
  • Tony Robbins: eu não sou seu guru

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